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 Funeral do IE6 teve de tudo: fã do programa, inimigos e até flores da Microsoft
SÃO PAULO – Uma empresa americana de design realizou quinta, dia 4 de março, o funeral do Internet Explorer 6. E ele foi caprichado.
O enterro foi aos moldes tradicionais, com caixão, orações, velas e, claro, o morto – na verdade um corpo com uma face de Internet Explorer. Até a Microsoft, criadora do falecido, participou: sensibilizada, enviou flores e um cartão com a mensagem “Obrigado pelos bons momentos, IE6. Nos veremos na MIX, onde mostraremos um pouco do céu do IE”, assinado pelo time desenvolvedor do Internet Explorer.
A demonstração de bom-humor por parte da Microsoft é devido a seus esforços para que os usuários do IE6 migrem para versões mais atualizadas. E será na MIX Conference, entre 15 e 17 de março em Las Vegas, que a desenvolvedora revelará detalhes sobre o IE9.
A data da morte anunciada pelos organizadores do evento foi primeiro de março, após anúncio de que o Google não rodaria mais no IE6. No entanto, durante o evento, além dos que foram prestar a homenagem ao velho browser, também havia pessoas protestando e dizendo que o IE6 não morreu. Estes levaram cartazes com mensagens como “IE6 para sempre” e “Firefox, Chrome e Safari – queimem no inferno”.
Se quiser deixar uma mensagem póstuma ao IE6, os organizadores do enterro criaram um site, o http://ie6funeral.com/
Fonte: Info Plantão.
A Microsoft ainda vê uma grande demanda por seu sistema operacional Windows 7, lançado no ano passado, e um novo ciclo orçamentário irá ajudar a gerar uma recuperação gradual nos gastos corporativos, afirmou o vice-presidente de operações da empresa norte-americana.
“Vimos um grande interesse pela atualização do Windows 7″, disse Kevin Turner em visita à London School of Economics, em Londres, Inglaterra, nesta quarta-feira. “Há muita força nisso”.
Turner afirmou que a Microsoft irá vender este ano 300 milhões de cópias do Windows 7, nova versão do sistema operacional usado em nove de cada 10 computadores em todo o mundo, mas disse que o cenário é misto, com diferentes taxas de recuperação em todo o mundo.
A empresa já vendeu 90 milhões de cópias do Windows 7 desde seu lançamento, em outubro de 2009.
“Uma certeza que posso ter é que, pelo menos em 2010, a maioria das pessoas entraram em um novo ciclo orçamentário, o que ajuda, mas … eles continuam conservadores”, disse Turner. “Acho que ainda será algo gradual”.
Fonte: Terra
Bem elaborada, mensagem busca convencer usuário a baixar e executar anexo; empresas de software não costumam enviar patches por e-mail.
Uma campanha maliciosa de spam flagrada pela empresa de segurança Panda Labs usa um falso aviso de atualização de software para levar as vítimas a instalar um Trojan (cavalo-de-Tróia). Bem engendrado, o ataque oferece presentes arriscados.
O e-mail, que a Panda registrou em uma captura de tela, tenta se passar por uma mensagem do serviço de suporte da Microsoft. Com uma linha de assunto convincente e um conteúdo que reforça o conselho (correto, aliás) de manter seu computador sempre atualizado, a mensagem é um exemplo de ataque com base em engenharia social.
Mas, apesar da ausência de qualquer tipo de erro gramatical, o e-mail comete alguns deslizes que o denuncia. O primeiro é que nem a Microsoft, nem outra empresa enviam atualizações como anexos de e-mail.
O segundo é o próprio arquivo anexo. Quaquer arquivo que venha com um e-mail deveria atrair suspeitas. Mesmo que seu aplicativo de antivírus permita a chegada do anexo, é uma boa ideia carregar o arquivo no site Virustotal.com para uma varredura adicional.
A menos que o anexo seja parte de um ataque em pequena escala, são grandes as chances de que pelo menos algumas das ferramentas do site identifiquem a ameaça.
A Panda diz que quem abrir o anexo e executar o arquivo .exe incluído nele vai causar a instalação do cavalo-de-Tróia Bredolab.Y. Como bônus, ele também vai baixar um programa antivírus falso chamado SecurityTool.
Fonte: (Erik Larkin)
 Redes Sociais
Seja para melhorar os resultados do marketing, aprimorar o atendimento ao consumidor ou criar um novo canal de comunicação interna e externa, o fato é que as empresas passaram a investir nas mídias sociais de forma mais intensa em 2009. O ano foi marcado por erros e acertos nesses canais, mas, afinal, como saber quais seriam as atitudes certas e erradas nas redes sociais? É possível seguir o mesmo modelo de comunicação das outras mídias?
Com objetivo de esclarecer essas e outras dúvidas, a Direct Labs – agência especializada em colaboração para relacionamento digital – selecionou as perguntas mais freqüentes sobre redes sociais no meio corporativo e reuniu profissionais que acompanham o mercado para respondê-las.
Abaixo, seguem cinco dessas questões que demonstram a melhor forma de atuação nas mídias sociais:
01- Quais seriam as melhores maneiras de potencializar minha marca no Twitter e aumentar meu número de seguidores?
Gustavo Zaiantchick: Nem sempre ter mais seguidores é potencializar sua marca no Twitter. O ideal é que o volume de seguidores esteja compatível com o seu público-alvo e que o conteúdo gerado no nesse canal seja realmente relevante para eles. Algumas formas eficientes de se medir isso é observando quanto o conteúdo gerado é retwitado pelos usuários, medindo a influência de quem replicou a mensagem ou também quantificando as conversas geradas via Twitter através de Direct Messages ou menções de sua conta. Um outro ponto importante é sempre divulgar o seu endereço de Twitter em todas as mídias onde a empresa for divulgada, seja no site, papelaria, e-mails, propagandas, etc.
02- Marcas de grande porte correm muito risco ao se inserirem nas mídias sociais?
Diego Monteiro: Depende. Primeiro depende de como elas estão entrando nas Mídias Sociais. Se a intenção é estar na moda ou conseguir um ROI milagroso, então há um enorme risco. Entretanto, se for uma estratégia consistente e a intenção for gerar uma interação com seu público, os riscos são praticamente nulos. Vale lembrar que não há nenhum risco maior do que não se inserir nas mídias sociais.
03- Qual o limite ético ao querer influenciar ou patrocinar blogueiros/twitteiros que teoricamente produzem conteúdo independente e não comercial? O que é permitido e o que não é?
Gustavo Zaiantchick: As pessoas seguem usuários no Twitter ou assinam RSS de blogs apenas por um único motivo: o conteúdo deveria ser interessante para elas. E o que é interessante? Em 99% das vezes, é aquilo que trata de assuntos que correspondam com o seu público de forma imparcial, independente e espontânea. Porém, a mensagem que deveria ter essas características nem sempre tem. Isto é, pessoas que atraíram outros usuários por seu conteúdo, agora usam esse histórico positivo para produzir espaços pago/patrocinado. O grande detalhe é que muitos geradores de conteúdo não especificam isso e misturam essas propagandas com aquilo que é, de fato, importante, fazendo as pessoas acreditarem que se trata de uma propaganda imparcial. Este é um grande risco para o blogueiro/twitteiro e para a empresa que patrocina, pois se um usuário descobre que está sendo “enganado” o canal pode perder a credibilidade de forma viral e a marca acaba ficando bastante desgastada. Assim, o limite está em nunca confundir o conteúdo do blog e twitter com formas de patrocínio. Uma alternativa é usar, por exemplo, o layout de background do twitter ou blog para que se venda espaço publicitário.
04- Quais comportamentos são classificados como “mau uso” das mídias sociais?
Diego Monteiro: Basicamente são os usos que tentam “disfarçar” uma comunicação institucional e corporativa como algo espontâneo. Por exemplo, falar para um blogueiro o que escrever sobre a sua marca ou pagá-lo por um post que pareça espontâneo e não propaganda. Também vale lembrar que ações que premiam determinados formadores de opinião com eventos ou brindes podem ser encaradas como “mau uso” por serem contra o princípio de participação das mídias sociais e por passarem uma ideia de segregação de público, já que privilegiam apenas alguns usuários com as “recompensas”.
05- Como fidelizar clientes por meio de uma rede social?
Gustavo Zaiantchick: A fidelização de consumidores por meio das redes sociais vem através da geração de algum benefício palpável para eles. Assim, a primeira coisa que deve ser feita ao criar uma iniciativa nesses canais, visando fidelidade, é identificar o que interessa a esse público-alvo: que tipo de informações é relevante? Que tipo de relacionamento eles esperam? O que pode ser um benefício diário para esses usuários? Tendo as respostas para essas e outras questões, os moderadores da rede social devem criar um plano editorial para que esses assuntos de relevância sejam abordados dentro de um cronograma correto, consistente e efetivo. Isso fará com que a rede seja constantemente “aquecida” e as pessoas participarão de forma espontânea.
Fonte: Portal de Redes Sociais
A maioria dos que usam o Twitter pode ser classificada em 10 categorias. Descubra seu perfil.
A diversidade de tuiteiros no Twitter é justamente o que torna este microblog tão atraente e viciante. Sempre haverá alguém, em algum lugar, com uma mensagem de 140 caracteres que valha a pena ser lida.
Ocorre que, bem ou mal, a maioria de nós pode ser classificada em uma categoria de tuiteiro. Por pura diversão, tentamos criar categorias para os diferentes tipos de usuário: aqueles a quem amamos, aqueles que odiamos, e aqueles a quem amamos odiar. (Sim, eles existem: afinal, você sempre pode parar de seguir alguém, se não gostar de seus tweets.)
Confira a lista e veja se você se enquadra em algum deles.
1::O político
Definição: Você só queria descobrir sobre o que aquela pessoa pensa sobre, digamos, estratégias de marketing ou pacotes de CRM. Aí, a próxima coisa que você recebe em seu Tweetdeck é uma versão mal acabada de Paulo Francis ou Arnaldo Jabor.
Buzzwords: Lula, Serra, Dilma, FHC, Sarney, Collor, Aécio, Ciro
Tweet típico: “Queria o Lula de novo” ou “Isso nunca aconteceria no governo do FHC”
2::O frasista
Definição: Seja ele um “empreendedor sério” ou um apenas um executivo bonachão, este autoproclamado titã nunca leu uma frase ligada a negócios que não pudesse ser tuitada para todo o mundo ler.
Buzzwords: Jack Welch, Constantino Junior, Six Sigma, Steve Jobs, Abílio Diniz, Peter Drucker
Tweet típico: “As oportunidades de negócio são como ônibus, sempre há outra a caminho.” – Richard Branson
3::O egoísta
Definição: Todo tuiteiro a-do-ra quando alguém retuíta (RT) suas mensagens. Mas o RT de RTs vai mais longe: ele gosta é de retuitar as mensagens das pessoas que retuítam seus tweets (pegou?).
Buzzwords: Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu
Tweet típico: RT @zezinho: RT @eueueueu Novo post no blog: “10 blogues fundamentais” incluindo o meu, é claro : ) RT e leia meu blog
4::O DJ
Definição: Já não era legal quando, antes de o Twitter existir, esse cara enchia os ouvidos do primeiro que surgisse na sua frente com seu conhecimento superior de música e da grandiosidade de artistas que ninguém conhece. Isso ficou muito, mas muito pior com o Twitter.
Buzzwords: Móveis Coloniais de Acaju, LP, Kate Bush, Rufus Wainright, vinil, Elliott Smith
Tweet típico: “Olhe só essa faixa esquecida dos Pixies” ou “Não perca o show do Arcade Fire no Orpheum. Eu estarei lá”
5::O carente
Definição: Este tuiteiro que dispara mensagens em série precisa avisar para todo o mundo que esteve ausente por 15 minutos, e que agora voltou à sua mesa. Se ele estiver longe por, digamos, um dia, vários tweets nos lembrarão da sua ausência. Ótimo. Nós realmente sentimos sua falta.
Buzzwords: almoço, no portão, estacionamento, caminhando, na academia, sala VIP, caféééé
Tweet típico: “Hora de parar, carrinho. Preciso achar uma padaria.”
6::A máquina de tweets
Definição: Para esta pessoa, nunca existiu um pensamento aleatório que não merecesse ser tuitado para a multidão que o segue. Seu lema: “Vale tudo!”
Buzzwords: secador de cabelo, TV, mãe, pão, chefe, unhas, “Lost”
Tweet típico: “Meu cachorro é tãããão lindo!” ou “Qual será a data de vencimento do iogurte que comprei ontem?”
7::O sem-noção
Definição: Você pensou ter descoberto algo interessante nas mensagens daquele novo tuiteiro. Aí decidiu seguir esta pessoa…. E então teve um lampejo: “Meu Deus, o que foi que eu fiz!!”
Buzzwords: aborto, casamento gay, genocídio, pornô, racismo, terrorismo
Tweet típico: Bloqueie este tuiteiro antes que ele escreva algo ainda mais assustador!
8::O fã
Definição: Ela quer fervorosamente ser mencionada ou retuitada por @huckluciano (Luciano Huck, com 1,7 milhão de seguidores) ou @ivetesangalo (Ivete Sangalo, com 670 mil).
Buzzwords: maravilhoso, Lindsey, divertido, bonitão, legal, fantástico, Paris e Britney
Tweet típico: “@huckluciano @ivetesangalo e @claudialeitte estão tuitando neste instante. Legal! @britneyspears: AMEI seu novo visual!”
9::A tímida
Definição: Ela simplesmente levou quatro meses para entrar no Twitter, e suas ruminações com argumentos contra e a favor ocuparam uma dúzia de páginas. (Os a favor superaram por pouco os contra.) Calma, escolher uma imagem ainda vai levar algum tempo. Total de tweets em um ano: 7.
Buzzwords: novela, Jonas Brothers e RT (porque geralmente ela fica muito assustada para tuitar algo original)
Tweet típico: “Algum estudante da faculdade Tal vai assistir ao jogo hoje à noite?”
10::O networker
Definição: Ele ou ela leu todos os guias de mídia social conhecidos pelo homem, numa busca para se tornar “altamente influente” e conquistar o emprego da década.
Buzzwords: Web 2.0, ROI, tweeps, apresentação, conectar, master closer
Tweet típico: “@bigman demais te conhecer e @salesjedi boa noite. Vamos conversar sobre os resultados do monster para sua empresa tomando cerveja hoje à noite”
fonte: IDG Now
Diferente da experiência vivida em 2009, quando as empresas buscavam cortar custos a qualquer preço, os executivos que comandam as áreas de TI atualmente devem direcionar seus esforços ao desenvolvimento da inovação, conquista e retenção de clientes finais, aumento da participação da companhia no mercado e geração de novos negócios e receitas.
No entanto, de acordo com a vice-presidente do programa executivo da consultoria Gartner, Ione Coco, menos de 10% dos CIOs brasileiros têm as iniciativas citadas como prioridades de atuação. “Isso porque a maioria das empresas não integra ou facilita o contato entre as áreas de TI e as de atendimento ao cliente e grande parte dos CEOs não têm a consciência das melhorias que o departamento de tecnologia pode gerar”, afirma ela.
No Brasil, a especialista destaca que os setores que mais se aproximam do novo modelo ideal de gestão da TI são varejo e finanças. “Principalmente no fim do ano, é possível ver CIOs de grandes varejistas circulando pelas lojas e desenvolvendo técnicas para melhor atender os clientes”, diz Ione, que complementa: “O mesmo acontece com os bancos, cujos líderes de tecnologia visitam as agências regularmente como se fossem clientes”.
Porém, para descrever o que consideraria a melhor iniciativa de TI no pós-crise, a ela cita o exemplo de uma empresa norte-americana, na qual três colaboradores do departamento são designados exclusivamente para circular pela companhia, conhecer as dificuldades dos funcionários e checar os índices de satisfação dos clientes.
Com uma iniciativa tão simples, toda a organização mudou a visão que possuía sobre o departamento de tecnologia, levantando o moral de seus profissionais e melhorando o dia a dia operacional das outras áreas, bem como a experiência dos consumidores com a companhia.
Fonte: UOL Tecnologia
 Todas as opções são aleatórias, mas os cinco navegadores líderes aparecem primeiro.
Depois de propor uma solução para o caso antitruste sobre o navegador Internet Explorer na Europa, a Microsoft apresentou nesta sexta-feira (19/2) as primeiras imagens da solução e explicou como o sistema funcionará na região.
Em dezembro, a Comissão Europeia aceitou a proposta da Microsoft de permitir que os usuários do Windows XP, Vista e 7 escolham o navegador padrão.
Para isso, a Microsoft usará o Windows Update para lançar uma atualização que removerá o navegador da barra de tarefas e mostrará uma tela informando sobre a importância da escolha do navegador na próxima vez que o usuário entrar no sistema. Para prosseguir com a escolha, é preciso estar conectado à internet.
Ao clicar em Ok, uma tela é exibida para escolha com duas listas de cinco navegadores, sendo a primeira com os mais populares. Para ser imparcial, a ordenação dos navegadores exibidos nas listas é completamente aleatória. Essa tela também ganhará um atalho no desktop.
A lista apresenta o nome do navegador com o logo, uma breve descrição e botões para instalar ou conhecer mais detalhes do produto, além de um botão para “escolher depois”. Se o usuário escolher essa opção, a tela de escolha será exibida na próxima vez que ele fizer logon no sistema.
A solução começará a ser testada na próxima semana no Reino Unido, Belga e França. Qualquer usuário de um destes países poderá baixar a atualização para escolha do navegador por meio do Windows Update. Para o resto da Europa, a Microsoft lançará a atualização na primeira semana de março.
Fonte: PC Word
Se você é usuário do novo sistema operacional da Microsoft e quer mudar o papel de parede da sua área de trabalho, antes de tudo é preciso saber qual pacote do Windows 7 está instalado na sua máquina.
Para quem tem o Windows 7 Starter, uma das limitações do sistema é justamente em relação ao fundo da área de trabalho, que não pode ser trocado. Essa foi uma medida para melhorar o desempenho da versão Starter, que é direcionada para uso em netbooks, computadores portáteis que realizam tarefas mais simples. Existem softwares de papéis de parede que podem ser instalados na máquina, mas a opção não compensa pois irá piorar a performance geral do sistema.
Se você utiliza as versões Home Premium, Professional e Ultimate, é possível alterar o plano de fundo. Para isso, clique no menu Iniciar e vá em Painel de Controle. Na caixa de pesquisa, busque por Plano de Fundo da área de trabalho e clique em Alterar plano de fundo da área de trabalho.
Você verá a lista de imagens padrão oferecidas pelo Windows 7. Caso queira adicionar uma imagem própria – como das suas últimas férias, do seu bicho de estimação ou da família – clique em Procurar e localize o arquivo nas pastas do seu computador. Quando achar, dê dois cliques no arquivo. A imagem já será então o seu novo plano de fundo.
O Windows 7 permite ainda que você edite a imagem antes de colocá-la na área de trabalho. Na lista Posição da Imagem, na janela Escolher plano de fundo da área de trabalho, clique na seta para escolher se deseja cortar a imagem, ajustá-la na tela, esticá-la ou deixar centralizada. Clique então em Salvar Alterações.
Outro jeito de tornar uma imagem em papel de parede é clicar com o botão direito no arquivo correspondente no seu computador e depois selecionar a opção Definir como Plano de Fundo da Área de Trabalho.
No próprio site da Microsoft, é possível baixar gratuitamente novos temas de papéis de parede.
Fonte: uol

Uma das vantagens do uso de redes sociais como estratégia de marketing é ter acesso às estatísticas. Através dos números fica mais fácil perceber os caminhos a seguir, onde dedicar mais esforços ou mesmo as ações que não trazem resultados.
Hoje vamos falar sobre medições no Twitter. Se fizermos uma busca, podemos encontrar milhares de ferramentas com essa finalidade, algumas úteis e outras totalmente dispensáveis.
Em meio a esse oceano de informações, escolhi algumas que podem ajudar a avaliar seu desempenho no site.
Vamos a elas:
1. TweetBeep
É um Google Alerts para o Twitter, ajuda a monitorar palavras-chave e lhe envia um alerta sobre as menções em tempos determinados.
2. Trendistic
Mostra a relevância de palavras ao apresentar quantas vezes elas foram citadas em determinado período. O mais interessante aqui é que as palavras aparecem dentro do contexto em que foram mencionadas e mostram as fontes do tweet.
3. TweetVolume
Aqui você pode colocar várias palavras-chave ao mesmo tempo e avaliar quantas vezes elas foram citadas no Twitter. Os resultados são apenas numéricos, mas podem ajudar em análises comparativas.
4. Twitter Grader
Mostra o grau de popularidade do perfil do Twitter entre os outros usuários. No item do menu “Twitter Elite” você pode checar as cidades e perfis mais populares e a relevância dentro de regiões específicas.
5. TweetStats
Apresenta gráficos do Twitter por hora, dia e períodos de tempo maiores. Mostra também as fontes mais citadas em retweets e replies.
Fonte: Candice Vitale
Consultora de Redes Sociais da Heat
www.heat.com.br
 Steve Jobs apresenta o novo tablet da Apple, chamado iPad
Steve Jobs, diretor-executivo da Apple, confirmou as expectativas e anunciou nesta quarta-feira (27) o lançamento de um computador tablet com tela sensível ao toque de 9,7 polegadas. O produto, definido por ele como “realmente mágico”, ocupa uma categoria entre o laptop e o smartphone e leva o nome de iPad.
A novidade com tecnologia Wi-Fi estará disponível em três versões: com memória flash de 16 GB (a partir de US$ 499 nos EUA, sem tecnologia 3G), 32 GB (a partir de US$ 599) e 64 GB (a partir de US$ 699). Aqueles que comprarem o produto poderão recebê-lo entre 60 e 90 dias. O período mais demorado é para os modelos com tecnologia 3G, para acesso à web rápida sem fio, que adiciona US$ 130 ao preço final de todas as versões (US$ 629, US$ 729 e US$ 829, no valor final).
Uma parceria entre Apple e AT&T, sem contrato de fidelidade, permitirá o uso ilimitado de um pacote de dados para acesso à web por US$ 30 mensais nos Estados Unidos. Já as parcerias com operadoras de telefonia internacionais estão previstas para começarem entre junho e julho, segundo o “Engadget”. Durante a apresentação, Steve Jobs afirmou que os aparelhos 3G são desbloqueados — ou seja: sua venda não está vinculada a contratos com empresas de telefonia, como aconteceu no lançamento do iPhone 3GS.
Tablet é revelado finalmente
O produto é uma espécie de iPhone aumentado, que oferece menos limitações de espaço aos usuários e aos desenvolvedores de aplicativos. A novidade tem tela sensível a múltiplos toques, teclado touchscreen QWERTY e permite navegar na web, além de visualizar e-mail, fotos e vídeos – inclusive canais de TV e a versão em alta definição do YouTube. O portátil oferece ainda ferramenta de mapas, de leitor de livros digitais e cumpre a função de iPod.
O iPad sem tecnologia 3G pesa cerca de 680 gramas, enquanto o modelo com 3G pesa 730 gramas. Ele tem 1,3 cm de espessura, bateria de dez horas em uso (mais de um mês em standby, segundo o fabricante), acelerômetro (sensor de movimentos que pode exibir as imagens da tela na horizontal ou vertical), Bluetooth e Wi-Fi com velocidade de acesso maior que a do iPhone 3GS.
Os usuários poderão acessar a loja virtual iTunes pelo próprio dispositivo, nos Estados Unidos, para comprar músicas e filmes — o site de comércio eletrônico terá uma interface gráfica diferente para o iPad. Além disso, a partir do lançamento do produto, os consumidores dos EUA encontrarão 140 mil aplicativos disponíveis, pois é compatível com quase todos esses programas desenvolvidos para o iPhone (também é possível sincronizar com o iPad os aplicativos já baixados para iPhone ou iPod touch).
“Algumas pessoas comparam o produto [tablet] a um netbook. O problema é que os netbooks não são melhores que as outras alternativas”, afirmou Jobs, segundo o blog “Engadget”, ao afirmar que a novidade fazia parte de uma terceira categoria (localizada entre os laptops e os smartphones). “Os netbooks são lentos, têm telas de qualidade ruim e rodam softwares antigos de PC”, comparou.
Leitor Digital
Um dos aplicativos da novidade, o iBooks, veio para fazer frente ao leitor digital Kindle. “A Amazon fez um grande trabalho como pioneira [nesta área] e vamos dar crédito a eles por isso.” Para oferecer conteúdo de livros digitais, a Apple firmou parceria com as editoras Penguin, Macmillion e Simon & Shuster, entre outras.
O software oferece, inclusive, o visual de uma prateleira para que os usuários possam escolher os títulos – uma interface considerada mais amigável do que a do principal concorrente, atual líder de vendas nesse segmento. Segundo o blog “Engadget”, que fez a cobertura ao vivo no local, a loja de livros é muito parecida com a iTunes.
Tela avantajada
Antes do anúncio oficial, especialistas opinaram sobre aparelhos dessa “terceira categoria”. “Qualquer jogo que tiver diversos objetos se movimentando na tela, ou um mapa a ser explorado, oferecerá uma melhor experiência [em um tablet]”, afirmou à agência de notícias AP Lynch Smith, presidente de uma desenvolvedora de games para iPhone e Mac, antes do anúncio desta quarta-feira. A Apple fica com parte do lucro obtido com a venda de aplicativos, como jogos, comercializados geralmente entre US$ 0,99 e US$ 9,99.
A Apple não é a única empresa a embarcar na onda dos tablets. No evento de tecnologia Consumer Electronics Show, realizado em Las Vegas no início do mês, Steve Ballmer, da Microsoft, apresentou um computador ultraportátil com tela sensível ao toque da HP. Já Paul Otellini, da Intel, demonstrou esse tipo de tecnologia durante seu discurso, enquanto a Dell exibiu um protótipo dessa mesma categoria de produto.
‘Segredo mal guardado’
O anúncio do tablet é aguardado pelo menos desde setembro do ano passado. Na ocasião, Steve Jobs, afastado durante meses da diretoria da Apple e da vida pública por motivos de saúde, voltou aos palcos e anunciou apenas novos modelos de iPod. Em reportagem desta quarta-feira, o “USA Today” afirmou que o tablet poderia ser considerado o segredo mais mal guardado de Steve Jobs.
Um dos fortes indícios de que o novo tablet estaria chegando é a constante negociação da Apple com empresas de conteúdo editorial. A companhia teria falado com grandes editoras, como a New York Times, a Conde Nast Publications e a HarperCollins Publishers (da News Corporation), para criar uma plataforma para conteúdos como revistas, livros e jornais. Por conta dos rumores, muitos blogs e fãs da Apple passaram a idealizar como seria a novidade.
Fonte: uol
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